
Saber demais cansa e machuca, saber de menos parece doer duas vezes mais. A vontade de ficar é a mesma de partir e eu já não sei o que fazer agora, achar que tudo estava correto até aqui não me faz mais bem, é indiferente. Talvez essa fosse a lição, esse fosse o fim da linha, o momento em que entrego a boneca velha e surrada e recebo as sandálias que nunca saberei usar, entrego os sonhos encantados pra receber em troca as contas de fim de mês. Hoje prefiro não crescer, hoje prefiro não rejuvelhecer, hoje prefiro ser a indiferença.
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