“E não basta o meu “Eu te amo”? Será que você não consegue enxergar que, por trás dessa mulher sorridente, existe uma garota que sofre e que, acima de tudo, te ama? Será que todo esse sentimento está tão inexplícito assim? Será que eu não consegui ser clara o suficiente quando eu disse que queria que você fosse a minha vida? Ou talvez eu não consegui expressar meus sentimentos com tanta precisão. Ei, você não percebe que eu sempre te amei? Você nunca percebeu meus olhares voltados para ti? […] Por favor, não negue meus carinhos, não desvia-me o olhar e por gentileza, deixa meus lábios sentir os seus, por dois minutos, 5 segundos, só um pouco, só para me matar a sede, a sede desse amor, dessa paixão que irradia meu peito tão cheio hoje de solidão. Vem, me sinta, me toque, me pegue para você. Segure minha mão, vamos desvendar outros mundos. Grude em mim. Não diga “Adeus”, diga “Já volto”. Mas por favor, não me deixe aqui. Note, por obséquio, me note. […] Eu te asseguro, se um dia nossos dedos se encaixarem, em nenhum outro minha mão irá tocar. Eu te prometo que se em meus olhos olhar e se entregar, para todo o sempre irei te venerar. Eu te juro que se vier comigo para desfrutar de outras sensações, nunca mais lembrará como é chorar. Eu não te largarei nunca mais, meu amor. Eu não deixarei você sozinho, iremos voar juntos e se preciso, com as mesmas asas. Eu te mostrarei que é possível sonhar de pés no chão e te mostrarei a sensação de não sofrer efeito algum da gravidade. Vou te mostrar o que é ter mãos suando, pernas bambas e o que é ter um jardim repleto de borboletas ao invés de um estomago. Só me aceite, só me deixe te amar, não negue isso a mim, me dê o direito de viver essa paixão.”
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